|
"E eu, que jamais daria, era o verbo dar, dizendo assim 'quem dera!'" (Oswaldo Montenegro)
"One day I will speak freely; I'll be less afraid and measured outside of my poems and lyrics and art." (Alanis Morissette)
"Espere sentado ou você se cansa; está provado, quem espera nunca
alcança." (Chico Buarque)
"You're just an empty cage, girl, if you kill the bird." (Tori Amos)
"Eu existo porque penso; tenso, por isso insisto." (Zeca Baleiro)
"It's not hard to grow when you know that you just don't know." (Damien
Rice)
"E que a atitude de recomeçar é todo dia, toda hora, é se respeitar, sua
força e fé, se olhar bem fundo até o dedão do pé!" (Gonzaguinha)
Outros Blogues:
Jornal das
Pequenas Coisas
Liviano
Epitaphius
Anseios-Ensaios
Nos fios tem sos
A Torre Mágica
Mercado Líquido
Catarse do Itinerante
Contatos:
gabimariab@gmail.com
Twitter
|
Sexta-feira, Dezembro 05, 2008
DIÁLOGO
- Ah... sei lá! O bom é ir pelo social.
- Ir pelo social?
- Aham.
- Por quê? O povo que vai é meio cult?
- Um povo pseudo-intelectual. Social porque eu fico conversando... fazendo social, sabe?!
- Aham. Ainda bem que você é sociável, porque, nesse caso, eu vou pra ficar olhando o seu social, pode?
- É... mais ou menos.. tem muita gente que eu odeio que vai estar lá. Mas, enfim, eu também quero ir... mostrar à "imprensa" que eu estou bem. Feliz.
- Eu ainda não odeio ninguém por aqui. Menos mal, porque a partir do momento em que eu começar a odiar, começo a ter medo. E de repente paro de sair de casa pra evitar o desprazer de certos encontros. Eu também tô com uma necessidade enorme de mostrar à “imprensa” que eu to “bem”. Mas parece que a “imprensa” não tem dirigido nenhum flash a mim.
- Nem uma notinha na parte de fofocas ?
- Naaaada, eu acho. Não que eu saiba. Se tem fofocas, devem ser notinhas bem “inhas” mesmo.
- Sei...
- Por quê? Por quê? Oh, mundo cruel! Oh, céus! Oh, vida!
- A vida é mesmo assim. Dia e noite. Não e sim.
- Eu quero a noite e o sim. Pra todo mundo e pra mim.
Publicado por Gabriela Maria às 5:33 PM
Segunda-feira, Dezembro 01, 2008
ESTÁTICA
(Gabriela Maria)
Ela continua vendo
os mesmos rostos
na multidão insuspeitável.
Estão sempre lá:
nos traços, nos gestos, nos corpos alheios.
Passados passeando no agora.
Assombrando nos tempos,
nos espaços, nas gentes.
- no que foi, no que é, no que virá.
E ela só quer correr
pra eles?
com eles?
deles?
Mas paralisa-se:
medroso presente
ampliando assombroso passado.
Que teima e não passa.
Publicado por Gabriela Maria às 12:39 AM
|
 |